Vaguinha dispara após título do Inter: “A taça da Recopa tinha que ficar no Sul”

Foto: Ricardo Duarte

Atacante decisivo na final da Recopa ajuda o Colorado a virar confronto complicado, enquanto torcida do interior vive noite especial ao lado do clube

A conquista da Recopa pelo Inter teve um significado diferente para milhares de colorados espalhados pela região Sul do Estado. Segundo Vaguinha, em sua coluna na GZH, a taça deveria permanecer circulando pelos consulados de cidades como Pelotas, Canguçu, São Lourenço do Sul, Jaguarão, Rio Grande e Camaquã. Mais do que um título, foi uma oportunidade rara para muitos torcedores acompanharem o Internacional de perto e viverem uma noite marcante ao lado do clube.

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Foto: Ricardo Duarte

Nas arquibancadas, o cenário emocionava. Pais e filhos juntos no estádio, famílias inteiras acompanhando uma decisão e torcedores realizando o sonho de assistir ao time presencialmente. Para quem passa a temporada inteira distante do Beira-Rio, a conquista ganhou um peso ainda maior. Era impossível não perceber a conexão criada entre equipe e torcida durante a decisão.

Dentro de campo, o time comandado por Paulo Pezzolano encontrou dificuldades no início e demorou para entender a melhor forma de enfrentar o Grêmio Esportivo Brasil. O Colorado parecia perdido em alguns momentos, mas cresceu na partida apostando na bola aérea e conseguiu construir a virada. Vitinho entrou muito bem, mudou o ritmo ofensivo e marcou o gol de empate em um momento decisivo.

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Foto: Ricardo Duarte

Mas a noite acabou reservando o protagonismo para Rafael Borré. Criticado recentemente por parte da torcida, o atacante apareceu justamente quando o Inter mais precisava e marcou o gol do título colorado. Se a intenção era recuperar a confiança do camisa 19, o plano deu resultado. Agora, depois da festa e da medalha no peito, o elenco retorna para Porto Alegre sabendo que ainda existem ajustes importantes antes das disputas do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil.