Neymar: Craque do Santos e ídolo da Seleção veta treinador para substituir ex-Inter

Neymar está de volta ao Brasil. Foto: Pedro Martins/AGIF
Neymar está de volta ao Brasil. Foto: Pedro Martins/AGIF

Neymar não aprova nome de Jorge Jesus para a Seleção

Neymar voltou para o Santos. Fotos: Raul Baretta/Santos FC.
Neymar voltou para o Santos. Fotos: Raul Baretta/Santos FC.

A CBF segue avaliando possíveis nomes para substituir Dorival Júnior, caso a saída do treinador se confirme. Entre os cotados, um dos mais comentados é Jorge Jesus, mas o nome do português encontra forte resistência por parte de Neymar. O atacante já teria manifestado seu descontentamento com a possibilidade, devido a desentendimentos que teve com o técnico durante a passagem de ambos pelo Al Hilal, da Arábia Saudita.

Torcedor Colorado, quem você escalaria para a titularidade no seu time?
965 Votos

Desentendimento entre o craque e Jorge Jesus

Ex-alvo do Santos pode jogar com Neymar. Foto: Reinaldo Campos/AGIF
Ex-alvo do Santos pode jogar com Neymar. Foto: Reinaldo Campos/AGIF

Segundo informações do jornalista Jorge Nicola, o camisa 10 da Seleção não impôs um veto oficial, mas fez questão de demonstrar sua insatisfação nos bastidores. A relação entre os dois azedou no Al Hilal, quando o craque procurou Jorge Jesus para saber seus planos no clube e ouviu que seria utilizado normalmente. Pouco depois, o treinador declarou publicamente que não contava mais com o jogador, o que gerou um forte desentendimento e acelerou a saída de Neymar do futebol árabe.

CBF avalia outros treinadores

Neymar em sua primeira passagem pelo Santos. Foto: Mauro Horita/AGIF
Neymar em sua primeira passagem pelo Santos. Foto: Mauro Horita/AGIF

Diante desse cenário, a CBF continua em busca de um técnico de peso para liderar a Seleção Brasileira. Entre os mais cotados, Carlo Ancelotti ainda é o grande sonho da entidade, embora tenha contrato com o Real Madrid até 2026. Caso Dorival Júnior não permaneça, o próximo treinador será o quinto comandante da seleção nos últimos três anos, evidenciando a instabilidade no cargo.