Clube vive cenário de calculadora na mão e depende de tropeços diretos na briga contra o rebaixamento
O Inter entra na última rodada dupla do Brasileirão pressionado, mas com caminhos claros para seguir na elite. Se vencer os dois compromissos e chegar a 47 pontos, o Colorado praticamente se blinda do risco, dependendo apenas de um deslize de Santos, Vitória ou Ceará, ou de dois tropeços de Atlético-MG, Bragantino ou Vasco. O clima no Beira-Rio é de mobilização total, e Abel Braga já havia alertado que “a conta é simples: fazer a nossa parte e deixar o resto acontecer”.
A margem diminui quando os resultados oscilam. Um triunfo e um empate colocam o time em 45 pontos, exigindo quedas de Santos, Vitória ou Ceará. Já uma vitória isolada, que leva o Inter a 44, deixa o clube ainda mais dependente: basta um tropeço de Santos ou Vitória, ou duas derrotas do Ceará, para evitar o pesadelo da Série B. Nessas combinações, a pressão aumenta, o nervosismo toma conta da tabela e cada gol pesa como decisão.

Últimos cenários e a linha tênue do risco
Se o Colorado empatar os dois duelos e estacionar em 43 pontos, a torcida vira os olhos exclusivamente para Santos e Vitória. Um empate e uma derrota, somando 42, deixam o Inter completamente nas mãos do Santos. E o pior quadro — duas derrotas, mantendo os 41 — só evitaria o rebaixamento se os santistas também perdessem as duas por saldo ainda maior. A matemática é dura, mas o vestiário repete: enquanto houver chance, o Inter luta.

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