A derrota para o São Paulo, no meio da semana, escancarou a urgência do Internacional na reta final do Brasileirão. Abel Braga, que topou retornar mesmo com o time afundado na zona da degola, saiu de campo incomodado com a postura do elenco. Falou em intensidade perdida, divididas entregues e deixou um pedido direto ao grupo: “honra” na rodada decisiva, apesar da matemática ingrata que o Colorado carrega.
Minutos depois, ainda no vestiário da Vila Belmiro, um dirigente — não identificado — sugeriu que Abel Braga evitasse conceder coletiva para aliviar a pressão do momento, segundo informações do Correio do Povo. A ideia, porém, bateu na parede. Experiente, o treinador avaliou que se calar após uma atuação tão frágil, e a um passo da queda, só abriria ainda mais um fosso entre time e arquibancadas. Entendeu que o torcedor precisava ouvi-lo, mesmo em cenário tão hostil.

Enquanto isso, José Olavo Bisol adotou caminho oposto. O vice de futebol, que vinha assumindo as entrevistas em jogos anteriores, não respondeu perguntas. Fez apenas um breve pronunciamento pedindo desculpas pelo momento crítico e, na tentativa de sacudir ânimos, convocou a torcida para o confronto de vida ou morte diante do Red Bull Bragantino.

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