De saída a peça-chave: volante surpreende e vira aposta de Pezzolano no Inter

Foto: Foto: Ricardo Duarte/Inter

Mudança de cenário nos bastidores do Beira-Rio reposiciona jogador que parecia fora dos planos

O cenário no Beira-Rio mudou — e rápido. Após o fim do último Campeonato Brasileiro, o Internacional iniciou uma reformulação interna significativa, começando pela diretoria. Nomes como André Mazzuco, José Olavo Bisol e D’Alessandro deixaram o clube, abrindo espaço para a chegada de Fabinho Soldado e Abel Braga ao departamento de futebol. A expectativa era de mudanças profundas também dentro de campo. E elas vieram.

Entre os nomes que pareciam ter o destino selado estava Bruno Henrique. Com contrato até dezembro, o volante entrou na lista de negociáveis e era tratado como provável saída. Mas o futebol nem sempre segue o roteiro. Ao atingir metas previstas em contrato, o camisa 8 garantiu renovação automática até o fim de 2026 — e ganhou uma sobrevida que poucos imaginavam.

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Foto: Ricardo Duarte / Internacional

Dentro de campo, no entanto, o início de temporada não indicava uma virada. Durante boa parte do Gauchão, Bruno Henrique teve participações discretas, quase sempre com equipes alternativas. Parecia questão de tempo até perder espaço de vez. Só que, nos bastidores, algo começou a mudar. E isso ficou claro recentemente.

Contra o Santos, na Vila Belmiro, o técnico Paulo Pezzolano apostou no experiente meio-campista para dar intensidade e reforçar a marcação, especialmente na contenção de Neymar. A resposta foi imediata. O desempenho agradou internamente e, segundo o portal GZH, rendeu nova oportunidade diante da Chapecoense, no Beira-Rio. Agora, a tendência é de manutenção entre os titulares para o confronto contra o São Paulo, no dia 1º de abril, às 19h30.

Subtítulo: Confiança recuperada pode mudar cenário no meio-campo colorado

O que parecia improvável virou realidade: Bruno Henrique reconquistou espaço e, hoje, é visto como peça útil dentro do sistema de Pezzolano. Em um elenco em constante transformação, a reviravolta do camisa 8 mostra que, no futebol, decisões podem mudar — e rápido.

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