Grêmio vive mais um problema em sua história de vexames.
Entenda a origem da discussão


Uma troca de farpas envolvendo o presidente do Grêmio, Alberto Guerra, e o jornalista Diogo Rossi, movimentou as redes sociais. Tudo começou quando Rossi afirmou que o atacante Martin Braithwaite teria feito críticas construtivas aos treinamentos e à preparação do clube em conversa com Guerra. O mandatário negou veementemente as declarações e, em uma coletiva de imprensa, chamou o repórter de “filho de chocadeira”, gerando ampla repercussão.
Resposta de Diogo Rossi nas redes sociais

Em sua conta no X (antigo Twitter), Diogo Rossi respondeu às críticas de forma emocionada, exaltando o papel de sua mãe em sua formação e amor pelo Grêmio. “Minha mãe que me fez amar o Grêmio (…). Vamos por mais, ela chorou no dia que recebi o diploma e seguirei honrando ela”, escreveu o jornalista, reafirmando seu compromisso profissional diante da situação.
Declaração de Guerra e repercussão na imprensa
Durante a coletiva, Alberto Guerra classificou a informação como uma “fake news” e criticou a postura de Rossi. “É um desqualificado, inventou uma história absurda que afeta o presidente, o jogador e o Renato. Isso está demais”, declarou. O presidente também pediu providências à Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos (Aceg), reforçando que o episódio mancha a relação entre clube e imprensa.
Impacto e desdobramentos
A discussão gerou grande debate entre torcedores e profissionais da mídia esportiva. Enquanto alguns defendem o direito de apuração do jornalista, outros acreditam que Guerra foi contundente para proteger a imagem do clube e do jogador. A polêmica ocorre em um momento delicado para o Grêmio, que enfrenta desafios dentro e fora de campo na reta final do Campeonato Brasileiro.
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