Diretor executivo do Corinthians vira prioridade no Beira-Rio, mas cenário político em São Paulo pode mudar o rumo da negociação
O Inter já escolheu o principal nome para ocupar a cadeira deixada por André Mazzuco na diretoria executiva de futebol. A direção colorada trabalha com Fabinho Soldado como plano A desde o fim do Brasileirão, apostando no perfil experiente, na vivência de vestiário e no conhecimento prévio do ambiente do Beira-Rio, onde o dirigente construiu relações importantes ao longo da carreira.
O avanço das tratativas, no entanto, foi congelado por alguns dias. A pedido do próprio Fabinho, o Clube do Povo aguardou o desfecho da Copa do Brasil, competição tratada como prioridade máxima pelo Corinthians. Com o título nacional confirmado, a tendência é que as conversas sejam retomadas nesta semana, embora o cenário tenha ganhado novos contornos após a conquista paulista.
Ainda no gramado do Maracanã, Fabinho Soldado adotou cautela ao falar sobre uma possível saída da Neo Química Arena. O dirigente confirmou que terá uma conversa com o presidente Osmar Stabile para definir o futuro, deixando claro que o ambiente político interno pesa na decisão. “Minha vontade sempre foi permanecer, mas confesso que esse pequeno grupo, que atrapalha o Corinthians e que ninguém bota a cara, ele me atrapalha. É algo que incomoda a todos. Por isso nós vamos ter uma conversa com o presidente, para entender o planejamento para 2026 e tomar as melhores decisões”, declarou.

Caso o desfecho em São Paulo seja pela permanência, o Inter já mapeia alternativas no mercado. Marcos Braz, atualmente no Remo, e Deive Bandeira, que atua na Eagle Football Holdings, de John Textor, surgem como opções observadas pela diretoria colorada, que busca agilidade, alinhamento com o projeto esportivo e respaldo político para tocar o futebol em 2026.
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