Internacional se fecha, sobe o tom e define o momento: “Agora é reagir”

Foto: Ricardo Duarte

Pressão aumenta nos bastidores e grupo colorado encara semana como divisor de águas


O ambiente no vestiário do Internacional mudou de temperatura. Sem espaço para erros e ciente de que o campeonato afunilou, o grupo recebeu uma cobrança forte justamente de quem carrega a braçadeira. Alan Patrick, referência técnica e moral, elevou o tom antes da viagem, bateu na mesa e deixou claro que a postura precisava mudar imediatamente. A reação veio no treino seguinte: trabalho intenso, duro, com clima de quem percebeu que já não há terreno para “meia marcha” numa reta final tão arriscada.

O empate fora de casa contra o Ceará, por mais indigesto que pareça para parte da torcida, não compromete a disputa direta com o Vitória. A distância de dois pontos permanece e a decisão natural se desloca para o Beira-Rio. É lá, na segunda-feira (24), diante do Santos, que o Colorado deve ter mais de 40 mil empurrando — e esse fator casa adentro costuma mexer com a engrenagem do time. Um triunfo em casa, somado ao ponto conquistado longe de Porto Alegre, coloca o Inter em 41 pontos e evita entrar pendurado na rodada final diante do Bragantino.

Internacional se fecha, sobe o tom e define o momento: "Agora é reagir"
Foto: Ricardo Duarte / Internacional

Com adversários embalando no campeonato, a ordem é clara: chega de deixar a água subir. O Inter não tem margem para sustos, invenções ou tropeços desnecessários. É semana de foco total, cobrança interna e resposta urgente — exatamente o tipo de cenário que costuma revelar a força do vestiário colorado.

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Foto: Ricardo Duarte / Internacional

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