Inter vence sem brilho, mas com eficiência segundo jornalista

Foto: Ricardo Duarte / Internacional

Colorado faz o básico no Beira-Rio, soma pontos decisivos e ganha tranquilidade em momento delicado da temporada

O Internacional fez o que precisava — e, neste momento, isso basta. Conforme destacou o jornalista colorado Vaguinha, em sua coluna no GZH, o time de Paulo Pezzolano foi pragmático na vitória por 2 a 0 sobre a Chapecoense, no Beira-Rio. Sem espetáculo, sem grande atuação, mas com resultado. E, depois de tanto tempo de instabilidade, duas vitórias consecutivas representam mais do que números: significam alívio.

O jogo, é verdade, esteve longe de empolgar. O Inter começou mal, cedeu espaços e viu a Chapecoense controlar a posse em vários momentos. A intensidade que vinha sendo uma marca recente praticamente desapareceu. Ainda assim, o time encontrou um caminho mais seguro: menos exposição, mais controle. Do outro lado, um adversário limitado, mas que chegou a assustar após erro de Vitinho — que teve atuação abaixo e segue devendo muito pelo investimento feito.

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Foto: Ricardo Duarte / Internacional

A vitória colorada nasceu daquilo que tem sido trabalhado. O gol de Mercado, em jogada de bola parada, carrega a assinatura de treino e organização de Paulo Pezzolano. Depois, Alan Patrick, com categoria, converteu o pênalti que selou o resultado. Sem pressão constante, sem grande volume ofensivo, mas com eficiência — algo que vinha faltando em partidas anteriores.

No fim das contas, o Inter entendeu o momento. Pezzolano leu o cenário, ajustou a equipe e priorizou o resultado. Pode-se discutir escolhas e demora nas substituições, mas o objetivo foi alcançado. Fora da zona de rebaixamento, o Colorado chega à pausa da Data Fifa com um peso a menos nas costas. E, hoje, isso vale mais do que qualquer atuação convincente.

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