Presidente da FGF quebra o silêncio após caos entre Inter e Grêmio: “O INADMISSÍVEL”

Foto: Divulgação / FGF

Clima de guerra nos bastidores da final faz Luciano Hocsman disparar contra posturas da dupla e exigir respeito às instituições.

A fervura nos bastidores do futebol gaúcho atingiu o ponto de ebulição após o polêmico primeiro clássico da final. O Internacional, lesado por erros gritantes de Anderson Daronco e Daniel Nobre Bins — que ignoraram uma cotovelada clara em Borré e um impedimento de bloqueio no segundo gol rival —, não se calou. O Colorado pressionou Leandro Vuaden, chefe da arbitragem, gerando uma reação imediata do outro lado, que agora pede “intervenção” da CBF para o jogo de volta no Beira-Rio. O cenário de desconfiança mútua forçou uma manifestação oficial contundente de Luciano Hocsman, presidente da FGF, que não poupou críticas ao tom adotado pelos clubes.

Presidente da FGF quebra o silêncio após caos entre Inter e Grêmio: "O INADMISSÍVEL"
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Em nota oficial, Hocsman demonstrou profundo descontentamento com as insinuações de que a arbitragem local precisaria de tutela externa. Para o mandatário, o direito de reclamar termina onde começa o ataque à honra dos profissionais. Segundo o presidente da federação: “O INADMISSÍVEL é colocar em dúvida não apenas as instituições, mas a honra, o caráter e moral das pessoas, sem medir as consequências que tais insinuações são capazes de gerar”. O dirigente ainda alertou para o perigo de discursos inflamados que buscam apenas “engajamento e lacração”, afirmando que a história do futebol gaúcho é grande demais para ser refém de narrativas que enfraquecem o espetáculo.

O técnico Paulo Pezzolano terá agora o desafio de blindar o elenco colorado para a decisão, enquanto a diretoria tenta garantir que o apito não seja o protagonista novamente. Hocsman reforçou que os árbitros do estado são reconhecidos pela FIFA e Conmebol, garantindo que não permitirá que a credibilidade construída por décadas seja jogada no lixo. “A arbitragem do Rio Grande do Sul não precisa de tutela. Precisa apenas do respeito que sua história construiu”, concluiu o mandatário, tentando baixar a poeira de uma semana marcada por notas oficiais e acusações que prometem deixar o clima no Beira-Rio ainda mais tenso.

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