“Assalto no Beira-Rio”: O desabafo que pode custar caro ao Inter no tribunal

Foto: divulgação

Relatos pesados na súmula do Gre-Nal 451 expõem clima de guerra nos bastidores e ameaçam o Colorado com perdas graves para a próxima temporada.

INTER: O Gre-Nal 451 não terminou no apito final de Rafael Klein. O clima de indignação com a arbitragem, que já fervia nas arquibancadas do Beira-Rio, transbordou para os corredores e agora deve se transformar em uma batalha jurídica no TJD-RS. Segundo informações colhidas na súmula da partida, o tom das cobranças subiu perigosamente. O diretor executivo Fabinho Soldado, geralmente comedido, não poupou palavras ao abordar o árbitro ainda no intervalo: “Durante todos esses anos que estou no futebol, nunca fui tão roubado como estou sendo hoje”.

O desabafo que pode custar caro ao Inter no tribunal
Foto: reprodução

A revolta não parou na diretoria. O advogado do clube, Jorge Roberto Cunha de Oliveira Filho, também foi citado por ofensas pesadas direcionadas à equipe de arbitragem enquanto era contido pelo policiamento. Mas o prejuízo para o Internacional pode ir muito além de suspensões individuais. O relato de Klein detalha o arremesso de objetos, como um isqueiro e copos, em direção à assistente Maíra Moreira, além do uso de sinalizadores pela torcida na reta final do clássico.

Com o documento em mãos, a tendência é que o tribunal denuncie tanto os profissionais quanto o próprio clube. O risco é real: o Colorado pode ser obrigado a jogar de portões fechados na próxima edição do Gauchão. Embora a preocupação não atinja o Brasileirão, já que a esfera de punição é estadual, o prejuízo moral e financeiro para 2027 é um fantasma que assombra o Gigante. Resta saber como a defesa montada por Paulo Pezzolano e a diretoria reagirá a esse novo revés fora das quatro linhas.

O desabafo que pode custar caro ao Inter no tribunal

Veja mais noticias do Internacional