Camisa 10 sente o peso da má fase colorada e chega ao duelo contra o Bahia com a responsabilidade de reerguer o time
Alan Patrick, o capitão que tantas vezes carregou o Inter nas costas, agora enfrenta o peso de um momento incômodo. O camisa 10, artilheiro da equipe na temporada com 19 gols, vive um jejum de mais de um mês sem balançar as redes e tem sua titularidade questionada em meio à crise colorada. Na derrota por 1 a 0 para o Vitória, em Salvador, o meia teve 54 ações com a bola, perdeu 11 posses e desperdiçou uma chance clara, retrato fiel de um time que tem encontrado mais erros do que soluções.
O Inter, sob o comando de Ramón Díaz, atravessa um período preocupante: são seis derrotas nos últimos sete jogos como visitante e uma posição incômoda próxima à zona de rebaixamento. Nesse contexto, o debate sobre Alan Patrick ganha força — parte da torcida pede que ele seja poupado ou tenha mais liberdade em campo, enquanto outros defendem sua permanência como referência técnica e emocional do grupo.

Internamente, há a consciência de que o momento exige reação. Alan Patrick, pressionado, sabe que carrega não apenas a braçadeira, mas também o simbolismo de um time que perdeu o rumo. E é justamente por isso que o duelo contra o Bahia, decisivo, pode marcar o ponto de virada. “É hora de levantar a cabeça e reagir”, tem repetido o meia aos mais próximos, com o tom de quem entende o tamanho da responsabilidade que veste.

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